A União Europeia defendeu que os venezuelanos determinem seu próprio futuro após a captura do ditador Nicolás Maduro. O bloco, que representa 26 países, disse que respeitar a vontade do povo venezuelano continua sendo a única maneira de a Venezuela restaurar a democracia e resolver a crise atual.
A União Europeia defendeu uma transição pacífica para a democracia liderada pelos venezuelanos. O grupo também reafirmou que Nicolás Maduro “não possui a legitimidade de um presidente democraticamente eleito”.
A União Europeia apela à calma e à moderação por parte de todos os intervenientes, para evitar a escalada do conflito e garantir uma solução pacífica para a crise. A UE recorda que, em todas as circunstâncias, os princípios do direito internacional e a Carta das Nações Unidas devem ser respeitados.
A UE partilha a prioridade de combater o crime organizado transnacional e o tráfico de droga, que representam uma ameaça significativa para a segurança a nível mundial. A UE salienta que estes desafios devem ser enfrentados através de uma cooperação sustentada, em pleno respeito pelo direito internacional e pelos princípios da integridade territorial e da soberania.