O regime chavista iniciou a libertação de parte dos presos políticos detidos durante a gestão do ditador Nicolás Maduro. Aqueles que já deixaram as prisões venezuelanas relataram a forma desumana como eram tratados, com tortura física, violência psicológica, isolamento absoluto e uso forçado de medicamentos.
Os presos políticos libertados após a captura de Maduro e pressão dos EUA contaram sobre a existência de um padrão recorrente de tortura e ameaças constantes de morte por parte de agentes chavistas.
Um colombiano identificado como David relatou ter sido detido sem explicações formais, acusado de associação criminosa e impedido de falar com advogado ou familiares. Ele foi vítima de sessões de choques elétricos, queimaduras com água quente misturada com cal e tortura contínua por privação de sono.
Cidadãos europeus que também foram libertados nos últimos dias fizeram relatos semelhantes aos de David, destacando a necessidade de mais ações para libertar os presos políticos ainda detidos nas prisões venezuelanas.
