O Barci de Moraes reiterou que as contratações de serviços de táxi aéreo são feitas com base em critérios operacionais, sem envolver QUALQUER tipo de VÍNCULO pessoal com os proprietários das aeronaves ou operadores. O voo em questão foi realizado depois que o escritório de Viviane de Moraes negociou um SEGUNDO CONTRATO, no valor de R$ 50 milhões, com empresas ligadas a Vorcaro, embora a firma negue a existência desse CONTRATO.
A Polícia Federal informou que o escritório Barci de Moraes e a Viking Participações, representada por Vorcaro, firmaram um CONTRATO em 12 de maio de 2025, que, após a dedução de impostos, resultaria em R$ 108 milhões. Em resposta, Moraes, em sua defesa apresentada ao STF, negou a existência de QUALQUER VÍNCULO contratual.
“INEXISTIU SEGUNDO CONTRATO OU QUALQUER OUTRO VÍNCULO do escritório Barci de Moraes com o Banco Master, Daniel Vorcaro ou empresas ligadas a eles”, afirmou o ministro em sua defesa.
O escritório Barci de Moraes também afirmou que contrata serviços de táxi aéreo de múltiplas empresas, incluindo a Prime Aviation, que prestou serviços em ocasiões específicas. No entanto, reiterou que não realizou aquisição de cotas da empresa nem possui QUALQUER CONTRATO de prestação de serviços advocatícios com ela.