O presidente Lula da Silva, que se destaca como favorito na corrida presidencial deste ano, enfrenta problemas internos no governo que exigem atenção. A demissão do senador Jaques Wagner como líder do governo é apenas uma das questões que têm gerado tensão entre os integrantes do partido. Recentemente, um desentendimento entre Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil, e Alexandre Padilha, atual ministro da Saúde, chamou a atenção. Durante a entrega de equipamentos e Upas em Alagoinhas, na Bahia, Padilha demonstrou apatia ao discurso de Costa, enquanto o entusiasmo de Wagner foi notável. Esse episódio não passou despercebido por Lula, que expressou preocupação com possíveis divisões internas à medida que a campanha eleitoral se aproxima.
No âmbito familiar, Michelle Bolsonaro também enfrenta desafios. Um vídeo desabafo gerou repercussão negativa, distanciando-a ainda mais de seus enteados. Sem o suporte do PL e na ausência de um especialista em imagem, ela foi alvo de críticas nas redes sociais. Comentários como "caneta pra assinar pacto" e referências a um "mapa vermelho do Brasil" foram utilizados por adversários para desacreditá-la, criando um clima de hostilidade em torno de sua figura.
Em Alagoas, a Justiça absolveu o ex-prefeito de Maceió, JHC, de qualquer envolvimento no investimento do fundo de pensão dos servidores no Banco Master, que se encontra em falência. A decisão foi proferida em primeira instância após uma ação do senador Renan Calheiros, que também solicitou o bloqueio de bens no valor de R$ 117 milhões, pedido que foi negado.
No Rio de Janeiro, a situação política do ex-prefeito Eduardo Paes não é mais a mesma. Uma pesquisa do Instituto Prefab Future revela uma queda contínua nas intenções de voto dele, que agora registra 33,9%. Douglas Ruas, do PL, aparece em segundo lugar com 10,3%, seguido pelo ex-governador Garotinho, que tem 8,7%. A pesquisa foi realizada entre 29 de junho e 2 de julho, ouvindo 2.500 pessoas, com margem de erro de 1,9%.
Por fim, o governo do Rio de Janeiro está se preparando para a concessão do Estádio de Remo da Lagoa, com o intuito de transformar a área em um polo cultural. Um edital para a cessão do espaço, que deverá ser publicado até o final de setembro, prevê investimentos de R$ 19 milhões para a modernização e recuperação do local, com duração de 20 anos.