Empresas enfrentam riscos com a nova legislação TRIBUTÁRIA a partir de 2026

Cerca de 95% das empresas brasileiras ainda não se adequaram à nova legislação TRIBUTÁRIA, o que pode resultar na rejeição de notas fiscais. A pesquisa [...]

A partir de janeiro de 2026, a transição da REFORMA TRIBUTÁRIA terá início, mas já se observa que aproximadamente 95% das empresas no Brasil não atualizaram seus cadastros fiscais para atender às exigências de preenchimento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Essa situação gera preocupação, pois a partir de 3 de agosto de 2026, empresas que não estiverem em conformidade com a nova legislação correm o risco de ter suas notas fiscais rejeitadas, além de estarem sujeitas a penalidades.

Os dados foram coletados na pesquisa "Diagnóstico REFORMA TRIBUTÁRIA", realizada pela IOB com 967 empresas de diversos setores e regimes tributários entre 8 de abril e 6 de maio de 2026. O levantamento revelou que apenas 5,18% das empresas entrevistadas já atualizaram seus cadastros de produtos em resposta às novas exigências tributárias.

A pesquisa também destacou que 48,29% dos respondentes não estavam cientes de que erros no preenchimento dos novos campos tributários poderiam impedir a emissão de notas fiscais, impactando diretamente suas operações. Além disso, 25,18% afirmaram ter conhecimento sobre o tema, mas ainda não iniciaram a preparação necessária para a REFORMA TRIBUTÁRIA.

Para Osvaldo Meneghel, diretor de Produto da IOB, os resultados indicam que muitas empresas ainda veem a REFORMA TRIBUTÁRIA como uma mera mudança legislativa, sem compreender os efeitos operacionais e financeiros que a adaptação fiscal pode acarretar. Ele enfatiza que a correta emissão das notas fiscais torna-se crucial para evitar multas, divergências fiscais e possíveis impactos tributários relacionados às operações realizadas.

Meneghel ressalta que erros tributários não apenas afetam a contabilidade, mas também podem comprometer o faturamento das empresas, travar operações e gerar perda de competitividade. Portanto, a antecipação na adaptação às novas normas é considerada essencial para qualquer negócio que deseje prosperar sob a nova legislação TRIBUTÁRIA.

A pesquisa incluiu empresas que optam pelo Simples Nacional (75,6%), além de aquelas tributadas pelo Lucro Presumido e Lucro Real (21,6%) e Microempreendedores Individuais (MEIs) (2,8%).

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