Campo Grande registrou três novos casos de chikungunya, elevando o total para 16 confirmações em 2026. Apesar da situação na capital ser considerada estável, municípios do interior de Mato Grosso do Sul enfrentam um cenário epidêmico em relação à doença. A situação demanda atenção especial para evitar a piora do quadro epidemiológico na cidade.
Os bairros que apresentam risco elevado para arboviroses incluem Centro, Chácara dos Poderes, Santo Amaro, Nova Lima, Santo Antônio, Veraneio e Jockey Club. A presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor de diversas doenças, justifica a necessidade de ações de vigilância e controle.
Além dos novos casos de chikungunya, Campo Grande também notou um aumento nas notificações de dengue. Nos últimos sete dias, foram registrados 59 novos casos, totalizando 872 notificações da doença. Até o momento, não há relatos de casos graves ou óbitos relacionados à dengue na cidade.
O município também confirmou o primeiro caso de zika em 2026, que não envolve gestantes. Em termos de controle vetorial, foram utilizados 45,19 litros de inseticida, com outros 401,36 litros disponíveis em estoque. No ano de 2026, 22.488 imóveis foram inspecionados, e 358 deles apresentavam focos do mosquito.
Entre os pacientes diagnosticados com arboviroses, 21 foram atendidos na atenção básica e 240 na urgência. Essas informações foram divulgadas no informe semanal da sala de situação de arboviroses, elaborado pelo CIEVS-CG (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde), referente à semana epidemiológica 18.