Campanha presidencial se intensifica com carreatas e caminhadas no Sudeste

Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro realizam atos de campanha em São Paulo, com carreatas e caminhadas, enquanto se aproximam do [...]

Neste sábado (3), São Paulo se torna o epicentro das campanhas presidenciais, com os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro promovendo carreatas e caminhadas. O estado, conhecido por ser o maior colégio eleitoral do Brasil, foi escolhido pelos dois postulantes para finalizarem suas estratégias antes do início das eleições.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Datafolha, apontou que Lula lidera as intenções de voto, somando 42%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 38%. O levantamento, que entrevistou 2.506 eleitores entre os dias 28 e 30 de setembro, mostra que ambos os candidatos tiveram um aumento de dois pontos percentuais em relação ao estudo anterior, estabelecendo um cenário de empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos.

Além dos números de intenção de voto, a pesquisa revelou que, em uma simulação de segundo turno, o ex-presidente mantém uma vantagem estreita, com 48% contra 45% de Bolsonaro, o que evidencia a competitividade da eleição.

A agenda de campanhas deste sábado inclui uma caminhada na Avenida Paulista, que contará com a presença de figuras como Fernando Haddad, que se candida ao governo paulista, e as senadoras Marina Silva e Simone Tebet. Este evento é parte da mobilização “48 horas com Lula”, promovida pelo Partido dos Trabalhadores para engajar seus apoiadores.

Durante a semana, o atual presidente Flávio Bolsonaro teve atividades no Rio de Janeiro, onde participou de atos na Praça da Candelária e programou ainda um evento em Belo Horizonte, na Praça da Liberdade, demonstrando a intensificação de sua presença em diferentes estados.

A liderança de Lula e Bolsonaro nas intenções de voto também é acompanhada por um alto índice de rejeição, que se mantém em 45% para ambos os candidatos. Essa situação reflete um ambiente eleitoral tenso, onde 49% dos eleitores desaprovam a administração atual, enquanto 48% a aprovam. Essa estabilidade nos números indica uma polarização entre os candidatos na reta final da campanha.

Leia mais

Rolar para cima