Além do impacto financeiro que as vítimas enfrentam, os golpistas também aproveitam os documentos enviados pelos interessados durante o falso cadastro para realizar possíveis fraudes financeiras e tentativas de financiamento indevido.
O delegado Leandro Azevedo, especialista em Investigação Digital e Inteligência Artificial, alerta que os criminosos têm utilizado mecanismos cada vez mais sofisticados para aplicar golpes virtuais, criando páginas que imitam as oficiais e utilizando logomarcas, endereços reais e uma linguagem similar à de órgãos públicos e empresas reconhecidas. "Com Inteligência Artificial, esses criminosos conseguem enganar um número maior de pessoas", afirmou Azevedo.