O advogado Bruno Ghizzi, o ex-chefe de cartório Rodrigo Pereira da Silva Correa e o detento Edimar da Silva Fonseca foram condenados por ligação com o PCC. O trio foi alvo da Operação Courrier, que investiga ligação entre advogados e o PCC, a chamada 'Sintonia dos Gravatas'.
Bruno, filho do defensor público afastado de suas funções e depois preso, foi condenado a 4 anos, 10 meses, 10 dias de reclusão e 29 dias-multa. Assim como Bruno, o ex-chefe de cartório da 1ª Vara de Execução Penal do TJMS, Rodrigo Pereira, foi condenado a 4 anos, 10 meses, 10 dias de reclusão e 29 dias-multa.
Já Edimar foi condenado a 5 anos, 8 meses, 1 dia de reclusão e 33 dias-multa. Os quatro acusados foram absolvidos por falta de provas ou ausência de comprovação de participação nos crimes.
A sentença determina que o advogado e o ex-chefe de cartório podem recorrer em liberdade, enquanto Edimar terá apenas a manutenção de sua prisão preventiva. O Judiciário determinou que, após o trânsito em julgado, sejam expedidos os mandados de prisão contra Bruno e Rodrigo.