O Procurador-Geral da Venezuela, Tarek William Saab, anunciou a nomeação de três funcionários de seu gabinete para investigar dezenas de mortes ocorridas durante o ataque militar dos EUA em Caracas e outras partes do país. A operação surpresa americana na madrugada do último dia 3 culminou na captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
A Venezuela não especificou o número de feridos ou mortos na ação, mas o regime de Cuba afirmou que 32 militares cubanos que serviam na Venezuela morreram em ações de combate durante o ataque dos EUA em território venezuelano. O ditador Miguel Díaz-Canel disse que os militares de seu país estavam cumprindo missões em Caracas a pedido de seus homólogos naquele país.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que muitos do outro lado morreram na operação para capturar Maduro, incluindo muitos cubanos que o protegiam. Fontes venezuelanas afirmaram que 80 pessoas foram mortas na operação no país sul-americano, enquanto autoridades de Washington disseram que meia dúzia de soldados americanos ficaram feridos.
O Procurador-Geral da Venezuela, Tarek William Saab, declarou que a ação dos EUA foi um crime de guerra e uma agressão sem precedentes contra a pátria venezuelana. A investigação visa apurar as dezenas de vítimas civis e militares inocentes que morreram em meio a este horrível crime de guerra.