Dias depois da operação bem-sucedida de captura do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, os EUA avaliam uma nova intervenção militar. Desta vez, direcionada ao Irã. O presidente Donald Trump recebeu uma gama de opções do Pentágono para atuar no país persa em meio a uma repressão brutal do regime em vigor, que já deixou mais de dois mil mortos em protestos nas últimas semanas.
As alternativas apresentadas ao líder republicano envolvem o uso de força letal e não letal. São elas bombardeios aéreos direcionados a alvos militares, ações financeiras contra o país e seus aliados para sufocar ainda mais sua economia e ataques cibernéticos contra infraestrutura sensível.
Essas ações podem envolver, inclusive, ataques direcionados ao alto escalão do regime iraniano. Em seu primeiro mandato, Trump autorizou uma operação para eliminar o comandante da Guarda Revolucionária Qassem Soleimani, ação que elevou as tensões entre os dois países.
O presidente americano também já sinalizou que poderia atingir o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, apesar de ter rejeitado que esse seria seu objetivo na ocasião. Os EUA já anunciaram uma primeira medida com a imposição de tarifas de 25% sobre qualquer país que fizer negócios com o Irã.