O governo de Taiwan colocou suas forças armadas em estado de alerta máximo após o regime comunista da China iniciar exercícios militares de grande escala com fogo real no entorno da ilha. O Exército Popular de Libertação da China mobilizou 89 aeronaves e 28 embarcações militares e da guarda costeira nas proximidades da ilha. As autoridades da ilha democrática afirmam que as manobras dos comunistas chineses levaram à ativação imediata de uma força de resposta rápida e ao deslocamento de forças militares em regime de prontidão.
As manobras chinesas foram descritas como uma “advertência severa” contra “interferências externas”, em referência direta à recente aprovação de um pacote de venda de armas para Taiwan. O pacote ultrapassa US$ 11 bilhões e foi autorizado pelo governo dos Estados Unidos. O regime comunista afirma que as manobras em curso incluem operações de bloqueio marítimo, controle aéreo, ataques simulados contra alvos terrestres e navais, além de exercícios antissubmarino.
O Ministério da Defesa de Taiwan rebateu a narrativa chinesa, afirmando que defender a democracia e a liberdade da ilha “não é uma provocação” e que a segurança do país “não pode se basear em ilusões”. Em vídeo institucional, a pasta declarou que Taiwan “escolheu estar preparado para se defender” e que a ilha “é um pilar vital da paz e da segurança regionais”.
O objetivo das manobras chinesas é “lançar uma séria advertência às forças separatistas de Taiwan e às forças de interferência externa”. No entanto, o governo de Taiwan está determinado a defender sua soberania e segurança, e está preparado para responder a qualquer ameaça