Sete cristãos armênio-iranianos foram mortos durante a repressão violenta do regime islâmico do Irã aos protestos em curso no país. De acordo com a Portas Abertas, organização internacional que monitora perseguição religiosa, as mortes ocorreram em ações das forças de segurança contra manifestantes, e ao menos três outros cristãos ficaram feridos.
Uma das vítimas foi publicamente identificada como Ejmin Masihi. A organização afirma que pelo menos um cristão de origem muçulmana está entre os milhares de detidos nas prisões em massa realizadas em diferentes regiões do país.
Cristãos convertidos do islamismo enfrentam tratamento mais severo por parte das autoridades do Irã, uma vez que a conversão é considerada traição à religião oficial do Estado iraniano, o islamismo. Além disso, tanto comunidades cristãs reconhecidas oficialmente quanto grupos não reconhecidos têm sido afetados pela instabilidade e pela violência associada aos protestos.