Rodrigo Pacheco se filiou ao PSB na noite desta quarta-feira, 1º de abril, em Brasília, após um longo período de incertezas sobre seu futuro político. A escolha da data, conhecida como Dia da Mentira, levantou preocupações entre aliados, que temem repercussões negativas devido à coincidência.
Fontes relataram que Pacheco foi alertado sobre o simbolismo do 1º de abril e a possibilidade de interpretações equivocadas em relação à sua filiação. O senador tem um prazo apertado para essa mudança, já que, segundo a Justiça Eleitoral, precisa se filiar até 3 de abril, feriado da Paixão de Cristo.
A filiação ao PSB é vista como uma estratégia que pode facilitar sua candidatura ao governo de Minas Gerais. Pacheco também deve atuar como um apoio ao presidente Lula no estado, que é o segundo maior colégio eleitoral do Brasil.