A escolha de um robô aspirador deve levar em conta suas capacidades para não frustrar o usuário. Equipamentos com até 3.000 Pa atendem bem superfícies rígidas e poeira superficial, enquanto modelos de 4.000 a 6.000 Pa são indicados para ambientes mistos e carpetes de fibra curta. Dispositivos de maior potência, entre 7.000 e 20.000 Pa, removem detritos mais pesados, como pelos de animais e sujeiras em tapetes altos.
Alguns robôs aspiradores incluem tecnologia de pano, mas é preciso verificar como ela é aplicada. Os mops básicos apenas absorvem a poeira, enquanto os rotativos usam movimento e pressão para esfregar e eliminar manchas. Já os de rolo, mais avançados, possuem tanques de água e auto-limpeza, evitando a contaminação cruzada em diferentes superfícies. Outras funções, como ajuste automático da sucção e controle de pressão, também podem otimizar a performance em diferentes ambientes.
A navegação do aparelho influencia na praticidade durante a limpeza. Sensores de infravermelho e de colisão exigem que o usuário retire objetos do chão, mas já oferecem uma autonomia básica. Tecnologias mais sofisticadas, como o LiDAR e câmeras RGB associadas à inteligência artificial, mapeiam cômodos em tempo real e desviam de obstáculos, facilitando o uso em espaços não preparados.
Características como autolimpeza e reconhecimento de superfícies, incluindo a elevação do pano sobre carpetes, são detalhes que podem fazer diferença. Essas opções melhoram a segurança e o resultado final, além de reduzirem a manutenção necessária.
