Richarlison revela conflito judicial com Flávio Bolsonaro por mansão de R$ 10 milhões

O jogador Richarlison expôs em suas redes sociais uma disputa judicial envolvendo uma mansão avaliada em R$ 10 milhões, que teria sido adquirida por ele, [...]

O jogador Richarlison compartilhou em suas redes sociais, na terça-feira (30), detalhes de uma disputa judicial que envolve uma mansão e o senador Flávio Bolsonaro. O atleta declarou que investiu aproximadamente R$ 10 milhões na compra do imóvel, mas que perdeu o direito de posse e não recebeu o valor de volta.

A revelação da disputa surgiu após a influenciadora e advogada imobiliária Ana Paula Zantut divulgar um vídeo, no qual relata que Richarlison e seu empresário, Renato Velasco, adquiriram a propriedade localizada em Angra dos Reis. Ana Paula explica que, dois anos após a compra, o advogado de Flávio Bolsonaro, Willer Tomaz, teria conseguido a posse do imóvel.

Richarlison afirmou: "Realmente, gastei em torno de 10 milhões lá e simplesmente me tomaram. Estou até hoje sem receber a minha grana". A disputa judicial agora gira em torno da posse do imóvel, e a advogada Ana Paula Zantut acrescenta que o jogador teria adquirido a propriedade diretamente do legítimo proprietário. No entanto, um registro de venda de posse datado de 1968 está sendo utilizado para justificar a posse adquirida posteriormente pela outra parte.

"O que está sendo discutido não é apenas a posse, mas a legalidade dessa posse. Se um contrato foi simulado e induz o outro a erro, ele pode ser anulado", esclarece a especialista. A discussão se concentra na legalidade do contrato que, se firmado irregularmente, pode resultar na devolução da propriedade a Richarlison e seu empresário.

O senador Flávio Bolsonaro é mencionado no caso devido à sua relação com a situação que originou a disputa judicial, além de sua conexão com o advogado que reivindica a posse da mansão. Em 2020, Flávio teria visitado a propriedade na Ilha Comprida e demonstrado interesse, mas ao saber da venda do imóvel ao jogador, sua visita à mansão foi uma tentativa de entender a situação, levando-o a ser convocado como testemunha no processo.

Na ocasião, Flávio Bolsonaro declarou publicamente que não possuía relações financeiras vinculadas ao imóvel ou à disputa e que sua amizade com Willer Tomaz não implicava em envolvimentos financeiros no caso.

Leia mais

Rolar para cima