O relatório da Polícia Federal sobre as suspeitas envolvendo o ministro Dias Toffoli no caso Master reúne mensagens de celular, registros de Junta Comercial, pesquisa de agendas públicas e consultas em processos judiciais.
A multiplicidade das fontes de informação e a pesquisa ativa sobre Toffoli e sua ex-esposa Roberta Rangel foram avaliadas por ministros do Supremo Tribunal Federal como uma investigação ilegal contra o relator da investigação –e não um encontro fortuito de provas.
Dois integrantes do Supremo avaliaram abrir um procedimento para apurar a atuação da Polícia Federal no caso. Um dos caminhos seria incluir o relatório da PF em um dos braços do inquérito das fake News, sob a justificativa de se tratar de uma investigação sobre ataques a ministros do tribunal.
O relatório da Polícia Federal foi entregue em formato PDF para Edson Fachin e Dias Toffoli, enquanto os demais ministros do Supremo receberam apenas cópias físicas do material.
