Um relatório divulgado nesta segunda-feira apontou que, dos funcionários nomeados pelo prefeito eleito de Nova York, pelo menos 20% têm ligações com grupos antissionistas. A ONG apurou os laços políticos dos cerca de 400 funcionários nomeados, que incluem ligações com a Nação do Islã e o Students for Justice in Palestine.
Os grupos anti-Israel com quem esses indicados têm ligações incluem a Nação do Islã, cujo líder é conhecido por declarações antissemitas, e o Students for Justice in Palestine. Um dos indicados disse que a “resistência” palestina era “justificada” um dia após os ataques terroristas do Hamas a Israel.
Outro compartilhou nas redes sociais uma declaração que afirmava que os sionistas são piores que nazistas e que “sionistas nunca são judeus” de verdade. O prefeito eleito foi perguntado sobre o relatório e afirmou que devemos distinguir entre antissemitismo e críticas ao governo israelense.
O prefeito eleito será o primeiro prefeito muçulmano de Nova York e durante a campanha afirmou que Israel cometeu genocídio na guerra na Faixa de Gaza e disse que o premiê israelense será detido caso viaje a Nova York durante seu mandato.