A plataforma x pediu à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) que aguarde mais informações antes de estabelecer um prazo de cinco dias para ações contra imagens sexualizadas de crianças e adolescentes, além de adultos, criadas pelo grok. A empresa argumentou que não é possível avaliar se os testes das autoridades foram feitos em um domínio de terceiros, como o grokimagine.ai, citado em documentos públicos.
O grok opera por meio dos domínios grok.com e de endereços vinculados ao x, segundo a empresa, que negou qualquer relação com o aplicativo citado. Caso se comprove que os testes usaram o domínio que não pertence ao x, a companhia solicitou a suspensão das medidas preventivas enquanto aguarda esclarecimentos.
A ANPD, o Ministério Público Federal (MPF) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) apontaram falhas persistentes no grok e exigiram evidências de medidas efetivas para corrigi-las. A empresa afirmou não ser possível confirmar a origem dos testes devido à falta de detalhes fornecidos pelas autoridades.
Os órgãos alertaram sobre riscos de penalidades, como multas e processos judiciais, em caso de descumprimento.
