Em um movimento drástico apelidado de “Dia da Libertação” por apoiadores, os Estados Unidos, sob a administração Trump, implementaram mudanças radicais em sua política comercial. A ação transformou o país de uma das economias mais abertas do mundo em uma das mais protecionistas, marcando uma ruptura com décadas de livre comércio.
O cerne da nova estratégia é a imposição de uma tarifa universal de 10% sobre importações, complementada por “tarifas recíprocas” seletivas. Estas tarifas adicionais, baseadas em critérios mercantilistas, visam retaliar o que o governo americano considera práticas comerciais desleais de aproximadamente sessenta parceiros comerciais.
A magnitude do impacto é alarmante. Ken Rogoff, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), descreveu a medida como uma “bomba nuclear no sistema global de comércio”, alertando para as consequências devastadoras que podem se seguir.
O futuro do comércio global permanece incerto, enquanto analistas ponderam sobre a duração e os efeitos de longo prazo dessa guinada protecionista. As repercussões para a economia global e as relações internacionais prometem ser significativas, com o mundo observando atentamente o desenrolar dos eventos.
