O príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlavi, afirmou que os protestos em massa no país derrubarão o regime islâmico e pediu apoio internacional para esse objetivo. Ele tenta se apresentar como alternativa de governo, mas enfrenta críticas de outros exilados. Seu pai, Mohammad Reza Pahlavi, governou décadas com um regime brutal marcado por tortura e repressão de dissidentes, antes de ser derrubado pela Revolução Iraniana de 1979.
Pahlavi vive em Washington e tenta convencer o presidente dos EUA a atacar Teerã para apoiar os manifestantes. Ele acredita que o presidente é um homem de palavra e que ele ficará ao lado do povo iraniano. O príncipe pediu que o presidente não repetisse a política de Barack Obama e solicitou ataques à estrutura de comando da Guarda Revolucionária.
Pahlavi pede um ataque cirúrgico e apoiou a campanha militar de Israel contra o Irã em junho. Ele também pediu que países expulsem diplomatas iranianos e restabeleçam o acesso à internet cortado pelo regime. O príncipe quer liderar a transição para uma democracia secular, com referendo popular para definir o sistema de governo.
Pahlavi prometeu que um novo Irã teria melhores relações com os inimigos da república islâmica, EUA e Israel, e se integraria à economia global. Ele citou um 'Acordo de Ciro' para normalizar relações com Israel, em referência a Ciro, o Grande.