As forças de segurança da Guatemala trabalharam para retomar o controle de três prisões após rebeliões de detentos que fizeram pelo menos 46 pessoas reféns. Os motins foram coordenados nas três unidades prisionais, supostamente organizados pela gangue Barrio 18.
Os detentos mascarados ocuparam as torres de vigia, enquanto policiais e soldados formavam um perímetro externo com ambulâncias e caminhões de bombeiros de prontidão. Os presos atearam fogo em colchões em protesto contra as inspeções do sistema penitenciário.
Entre os reféns estavam principalmente guardas de segurança e um psicólogo. Até a tarde de sábado, não havia relatos de mortos ou feridos. O número atual de reféns é notavelmente maior do que em incidentes passados, segundo as autoridades.
O ministro do Interior prometeu não negociar com os grupos terroristas nem restaurar privilégios aos líderes das gangues. Embora situações de reféns envolvendo guardas prisionais já tenham ocorrido anteriormente na Guatemala, a situação atual é considerada grave