Prefeitura de Campo Grande propõe taxação de servidores administrativos da Educação, gerando revolta

Projeto de lei da prefeitura visa taxar servidores da educação, transformando gratificação em adicional, medida criticada pelos baixos salários da categoria. [...]

Projeto de Lei que transforma gratificação em adicional de função é criticado devido aos baixos salários da categoria.

Projeto de lei da prefeitura visa taxar servidores da educação, transformando gratificação em adicional, medida criticada pelos baixos salários da categoria.

A Prefeitura de Campo Grande gerou controvérsia ao enviar um Projeto de Lei à Câmara Municipal propondo a taxação dos servidores administrativos da Educação. A medida visa transformar a gratificação em adicional de função, permitindo a incorporação na aposentadoria.

No entanto, a proposta é vista como prejudicial, considerando que muitos servidores recebem menos que um salário mínimo. Em protesto, os servidores protocolaram um documento pedindo o veto do projeto, argumentando que a taxação é injusta diante da realidade salarial.

Reações e Críticas

Até mesmo vereadores da base da prefeita Adriane Lopes demonstraram desconforto com o projeto. O presidente do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) foi acusado de desmerecer os servidores contrários à taxação.

A proposta também levanta questionamentos sobre a lisura da última eleição do sindicato dos servidores municipais (SISEM), com apelos para investigação de possíveis irregularidades.

Servidores defendem um debate honesto e valorização salarial, afirmando que não são contra a aposentadoria digna, mas se opõem à taxação sem a devida recomposição salarial. A audiência pública realizada na Câmara Municipal não resultou em votação, e o projeto segue em tramitação, mantendo o clima de tensão entre a prefeitura e os servidores.

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