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Prefeitura de campo grande prioriza austeridade em meio a crise administrativa, apontam fontes

A prefeitura de Campo Grande prioriza gestão técnica com Ulisses Rocha na Segov, enquanto enfrenta desafios fiscais e infraestruturais crescentes na cidade. [...]
Prefeitura de campo grande prioriza austeridade em meio a crise administrativa, apontam fontes
Foto: Ulisses Rocha, atual Segov e braço-direito de Lídio Lopes

A prefeitura de Campo Grande prioriza gestão técnica com Ulisses Rocha na Segov, enquanto enfrenta desafios fiscais e infraestruturais crescentes na cidade.

A Prefeitura de Campo Grande, sob a gestão de Adriane Lopes, enfrenta um momento delicado marcado por desafios fiscais e administrativos. A recente nomeação de Ulisses Rocha para a Secretaria de Governo (Segov) indica uma mudança de estratégia, com foco em gestão técnica em vez de articulação política tradicional.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Resumo rápido gerado automaticamente

A Prefeitura de Campo Grande, liderada por Adriane Lopes, prioriza a gestão técnica com a nomeação de Ulisses Rocha para a Segov em meio a uma crise administrativa. A medida ocorre devido a desafios fiscais, como o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ultrapassado, com 57,73% da Receita Corrente Líquida comprometida com a folha de pagamento. A crise também afeta a infraestrutura urbana, com relatos de buracos nas ruas, e serviços essenciais, como falta de médicos em UPAs e insegurança em EMEIs. A mudança para um perfil técnico levanta questões sobre a centralização do poder político na figura de Lídio Lopes.

A decisão de substituir um articulador político experiente por um perfil mais técnico, como o de Ulisses Rocha, sugere uma tentativa de reorganizar a base política e fortalecer a imagem do governo municipal em meio à turbulência. No entanto, essa escolha também pode indicar uma centralização do poder político na figura de Lídio Lopes, deputado estadual e marido da prefeita.

A crise administrativa se manifesta em diversos setores. A prefeitura ultrapassou o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), com gastos com folha de pagamento atingindo 57,73% da Receita Corrente Líquida. A infraestrutura urbana também enfrenta problemas, com relatos de buracos generalizados nas ruas da cidade.

Desafios e Críticas

Os serviços essenciais também sofrem com a crise. Há denúncias de falta de médicos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e relatos de insegurança em Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs).

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