O ex-ministro socialista António José Seguro e o candidato conservador André Ventura foram os dois candidatos mais votados nas eleições para a presidência de Portugal. Com 95% dos votos apurados, Seguro tinha liderança de 30,62%, seguido por Ventura, com 24,26%.
O eurodeputado liberal João Cotrim de Figueiredo aparecia em terceiro lugar, com 15,49%, logo à frente do almirante na reserva Henrique Gouveia e Melo e do comentarista político conservador e ex-ministro Luís Marques Mendes.
Mais de 11 milhões de cidadãos portugueses estavam aptos a votar para eleger o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. O presidente de Portugal tem a função de árbitro e fiscalizador da vida política e não tem prerrogativas executivas.
Ele pode, no entanto, vetar leis, dissolver o Parlamento e convocar eleições.