A polilaminina se encontra em fase de testes para receber a regulamentação da Anvisa. No momento, o medicamento está sendo aplicado por meio de 'uso compassivo', que é uma autorização especial da Agência.
A polilaminina foi desenvolvida pela bióloga Dra. Tatiana Coelho de Sampaio, pesquisadora da UFRJ, em parceria com o Laboratório Cristália, e é fruto de duas décadas de trabalho. O produto foi produzido em laboratório a partir da proteína laminina, uma substância que busca estimular a regeneração de conexões nervosas lesionadas na medula espinhal.
Atualmente, a medicação é aplicada apenas em pacientes na fase de lesões agudas, podendo evoluir, futuramente, para aplicação em pacientes com lesões crônicas, a depender dos resultados de novos testes.
Recentemente, um novo caso envolvendo um paciente com paraplegia, que foi submetido ao tratamento com Poliaminina, repercutiu nas redes sociais. O paciente perdeu os movimentos após lesão medular e voltou a apresentar movimentos em apenas 15 dias após receber a dose do medicamento.
