Polícia Militar Ambiental apreende pescado irregular e equipamentos proibidos em Naviraí

Durante a Operação Tiradentes, a PMA apreendeu 42 kg de pescado ilegal e equipamentos de pesca na região do Rio Ivinhema. A ação visou coibir [...]

A Polícia Militar Ambiental (PMA) intensificou suas ações de fiscalização em Naviraí na terça-feira (21/04) como parte da Operação Tiradentes 2026. A equipe do 3º Grupamento da PMA, baseado no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema (PEVRI), focou no patrulhamento fluvial e na monitoramento da atividade pesqueira na região, com o objetivo de coibir crimes ambientais e proteger a fauna aquática.

Durante a fiscalização inicial nas águas do Parque Estadual, os agentes localizaram e removeram seis armadilhas conhecidas como “joão-bobos”, cuja utilização é proibida pela legislação devido ao seu impacto negativo sobre os estoques pesqueiros. Esses artefatos causam danos severos e indiscriminados, comprometendo a saúde das populações de peixes.

Prosseguindo com o patrulhamento, a guarnição abordou oito embarcações e inspecionou 22 pescadores amadores. Todos os abordados apresentaram as licenças de pesca exigidas, estando em conformidade com a legislação vigente.

A situação se alterou nas proximidades da área conhecida como Porto XV, onde os policiais avistaram indivíduos praticando a pesca de barranco. Ao desembarcarem para realizar uma vistoria técnica na mata ciliar, os agentes descobriram uma trilha clandestina que levava a uma área de vegetação densa.

Ao seguir essa trilha, a equipe encontrou, camufladas entre o capim, duas caixas de isopor contendo 42 quilos de peixes abatidos ilegalmente, além de equipamentos de pesca proibidos. A apreensão incluiu espécies com restrições severas de captura, como um Jaú, três Pintados, quatro Piracanjubas, dois Dourados e um Barbado. Junto aos peixes, foram confiscadas uma rede de 45 metros de comprimento, com malha de 12 centímetros, e duas varas de pesca com molinetes.

Devido à forma como o material estava escondido, os agentes não conseguiram identificar os responsáveis durante a operação. A situação configurou uma infração grave, caracterizada pelo uso de redes e pela captura de espécies nativas protegidas, além da prática em local não permitido.

Com informações tanamidianavirai.com.br

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