Polícia mata homem após agressão à esposa e ameaça com faca em Campo Grande

Leandro Luiz Ferreira, de 31 anos, foi abatido por policiais militares após agredir sua companheira e atacar os agentes com uma faca na manhã deste [...]

Na manhã deste sábado (10), em Campo Grande, Leandro Luiz Ferreira da Silva, de 31 anos, foi morto por policiais militares após agredir sua esposa e, em seguida, ameaçar os agentes com uma faca. O incidente ocorreu em um complexo de apartamentos na Rua Cascais, no Residencial Botafogo.

De acordo com informações, Leandro estava sob efeito de álcool e drogas quando teve uma discussão acalorada com sua esposa, resultando em agressões físicas. A mulher, que apresentava hematomas e um ferimento no nariz, buscou abrigo na casa da filha, que acionou a Polícia Militar ao perceber a gravidade da situação.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Leandro dentro do apartamento. Em um momento crítico, ele saiu armado com uma faca e ameaçou a equipe. Os policiais tentaram usar uma arma de choque para contê-lo, mas sem sucesso. Diante do risco, um dos militares disparou sua arma, atingindo o suspeito.

A filha da vítima relatou que sua mãe estava visivelmente machucada e que a situação era alarmante. "Ela apareceu toda roxa, machucada. Liguei para a polícia e os policiais vieram para cá. Nós viemos para cá também com o meu marido. Quando a PM chegou, ele estava trancado no apartamento, muito louco, xingando os policiais. Parece que ele reagiu e atiraram nele", comentou.

Os relatos indicam que a briga teve início após Leandro receber um convite para participar de um roubo. Segundo informações, ele havia consumido drogas e estava sob monitoramento de tornozeleira eletrônica. A esposa se opôs à ideia de roubar um carro, o que teria desencadeado a agressão. Após a discussão, ela se retirou com seu avô, que é deficiente, em busca de segurança na casa da filha.

O casal estava junto há cerca de um ano e havia se mudado para o Residencial Botafogo há poucos meses. Vizinhos relataram que as brigas entre eles eram frequentes, com gritos de socorro da mulher sendo comuns nos finais de semana. "Todo fim de semana ele bebia e batia nela. A gente sempre ouvia ela gritando, pedindo socorro", afirmou um morador da região.

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