A polícia de São Paulo identificou ao menos 10 vítimas do piloto de 60 anos preso no aeroporto de Congonhas, acusado de abuso sexual contra jovens e menores. O acusado oferecia dinheiro e remédios para que as responsáveis fornecessem as imagens das menores ou as levantassem para saírem com ele.
O piloto também fazia documentos de identidade falsos para que as vítimas menores de idade pudessem entrar em motéis. O material era produzido e transmitido a terceiros pelo suspeito, que não mostrava o rosto nas gravações. No celular do piloto foram encontradas diversas mídias com fotos das jovens.
As autoridades descobriram que o piloto tinha um bom relacionamento com uma senhora chamada Denise, que filmava as netas e permitia que as duas jovens saíssem com o suspeito. A esposa do piloto relatou não ter conhecimento do crime e ficou em choque com a situação.
A polícia tenta identificar outras vítimas e outros criminosos envolvidos no esquema. Uma das vítimas relatou estar machucada e disse que foi agredida pelo piloto na última vez que tiveram relação, na semana passada.