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PF deflagra operação para apurar ocorrência em voo comercial em agosto deste ano

A Polícia Federal deflagrou a Operação Plano de Voo para investigar uma ameaça de artefato explosivo em um voo comercial da Azul em agosto. [...]

Operação Plano de Voo investiga ameaça de artefato explosivo em voo da Azul que forçou pouso de emergência em Brasília.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Plano de Voo para investigar uma ameaça de artefato explosivo em um voo comercial da Azul em agosto.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Plano de Voo para investigar a ameaça de um artefato explosivo em um voo da Azul, que partiu de São Luís com destino a Campinas em 7 de agosto e precisou realizar um pouso de emergência em Brasília. A operação cumpriu um mandado de busca e apreensão em Santa Catarina, em endereço ligado à principal investigada. As autoridades apuram os crimes de ameaça e atentado contra a segurança de transporte aéreo, buscando identificar a origem da ameaça e possíveis envolvidos. Até o momento, nenhum explosivo foi encontrado e as investigações continuam em sigilo.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Plano de Voo neste sábado (29/11) para aprofundar as investigações sobre a ameaça de um artefato explosivo em um voo da companhia aérea Azul. O voo, que partiu de São Luís/MA com destino a Campinas/SP em 7 de agosto de 2025, precisou realizar um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília/DF.

Na operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em um endereço ligado à principal investigada, localizado em Santa Catarina.

A ameaça causou a mobilização de forças de segurança, a evacuação de passageiros e uma inspeção completa da aeronave. Os crimes investigados são ameaça e atentado contra a segurança de transporte aéreo.

Investigações em Andamento

A Polícia Federal informou que nenhum explosivo foi encontrado até o momento. As investigações seguem em sigilo, com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido e possíveis conexões com outras ocorrências similares registradas em aeroportos do país.

A PF busca determinar a origem da ameaça e identificar todos os envolvidos.

A Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal está responsável pela divulgação das informações sobre a operação.

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