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PF e CGU apuram irregularidades em contratos públicos

A Polícia Federal, em conjunto com a CGU, deflagrou a Operação Fake Road para apurar irregularidades em contratos de pavimentação do DNOCS. [...]

Operação Fake Road investiga desvio de R$ 22 milhões em obras de pavimentação financiadas por emendas parlamentares.

A Polícia Federal, em conjunto com a CGU, deflagrou a Operação Fake Road para apurar irregularidades em contratos de pavimentação do DNOCS.

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A Polícia Federal e a CGU deflagraram a Operação Fake Road para investigar desvio de R$ 22 milhões em contratos de pavimentação do DNOCS, financiados por emendas parlamentares. As investigações apontam para superfaturamento, execução irregular de serviços e favorecimento de empresas, com possível participação de servidores públicos e empresários. Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão em Fortaleza/CE e Natal/RN, expedidos pelo STF. A operação visa coletar provas e interromper práticas ilícitas, com medidas como bloqueio de bens e quebra de sigilos dos investigados.

A Polícia Federal (PF), em colaboração com a Controladoria-Geral da União (CGU), lançou a Operação Fake Road nesta sexta-feira, com o objetivo de investigar irregularidades em contratos de pavimentação celebrados pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS). Os contratos sob suspeita foram financiados por emendas parlamentares.

As investigações tiveram início a partir de auditorias realizadas pela CGU, que identificaram indícios de superfaturamento, execução parcial ou inexistente dos serviços contratados, medições fraudulentas e favorecimento indevido de empresas.

Os elementos colhidos até o momento indicam a participação de servidores públicos e representantes de empresas privadas em uma possível organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos. O prejuízo estimado ultrapassa os R$ 22 milhões.

Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), distribuídos em Fortaleza/CE (9 mandados) e Natal/RN (2 mandados).

As medidas incluem ainda pedidos de bloqueio judicial de bens e valores, indisponibilidade de imóveis e veículos, busca pessoal e veicular, bem como a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dos investigados.

A operação conta com a participação de aproximadamente 50 policiais federais e tem por finalidade coletar novas provas, assegurar a interrupção de eventuais práticas ilícitas e reforçar o compromisso da Polícia Federal no combate ao desvio de recursos públicos e à corrupção.

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