Pezeshkian afirma que morte de Khamenei representa uma declaração de guerra contra o Irã

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que a morte de Khamenei é uma declaração de guerra e prometeu vingança contra os responsáveis pelo ataque. [...]
Foto: Masoud Pezeshkian, presidente do Irã | Reprodução

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que a morte do aiatolá Ali Khamenei em um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel foi uma "declaração de guerra". Em pronunciamento, Pezeshkian prometeu vingança e a responsabilização dos autores do ataque, que deixou a comunidade islâmica em estado de luto.

Ele enfatizou que o assassinato de Khamenei, que liderou o Irã por quase quatro décadas, é uma guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas. A Guarda Revolucionária Islâmica também anunciou punições severas aos Estados Unidos e Israel, além de novos ataques a alvos em Israel e bases norte-americanas no Oriente Médio.

A morte de Khamenei foi confirmada pelo governo na noite de sábado. O ataque, que ocorreu próximo ao palácio presidencial em Teerã, resultou em várias mortes e feridos. O regime iraniano declarou 40 dias de luto e designou o aiatolá Alireza Arafi como líder supremo interino enquanto um novo líder é escolhido.

O Irã foi alvo do ataque em meio a negociações com os Estados Unidos sobre um novo acordo nuclear. A política externa dos EUA tem buscado restringir a capacidade nuclear iraniana, um assunto que tem gerado tensões ao longo dos anos.

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