Ao menos quatro petroleiros importantes deixaram de operar em portos da Venezuela após intensificar a pressão do presidente Donald Trump sobre o regime de Nicolás Maduro. A decisão foi tomada na segunda‑feira depois que os Estados Unidos apreenderam um navio com quase dois milhões de barris de petróleo bruto venezuelano destinados à PDVSA.
O confisco provocou um efeito dominó que agravou a já grave crise energética do país.
A ação americana começou na semana anterior com a captura de um superpetroleiro (VLCC) acusado de transportar clandestinamente petróleo venezuelano em violação às sanções internacionais, inclusive as dos EUA. O navio navegava sob bandeira falsa e já havia participado do comércio ilícito de petróleo iraniano.
Estima‑se que mais de 11 milhões de barris de petróleo venezuelano estejam imobilizados a bordo de diversas embarcações, aguardando instruções ou cancelamento de contratos.