Mais de 55 milhões de pessoas no mundo vivem com algum tipo de demência. Uma pesquisa conduzida na Universidade de Harvard pelo neurologista Rudolph E.
Tanzi investiga genes ligados à doença de Alzheimer e criou estratégias para manter o cérebro ativo e saudável. A rotina criada por Tanzi inclui hábitos que vão do sono de qualidade à atividade física, passando pelo aprendizado constante e pela interação social.
Os hábitos incluem dormir de 7 a 8 horas por noite para consolidar memórias e eliminar toxinas do cérebro, usar meditação ou pausas conscientes para reduzir o impacto do cortisol, movimentar-se regularmente para estimular novas conexões neurais, experimentar novas atividades para fortalecer as sinapses, preferir uma dieta equilibrada que beneficie o microbioma intestinal e manter contato frequente com pessoas de quem gosta para estimular o cérebro.
Aos 67 anos, Tanzi segue essas práticas em sua própria vida, mantendo-se mentalmente ativo, fisicamente saudável e engajado com pesquisas científicas. Esses hábitos simples podem ajudar a reduzir o risco de Alzheimer.
