O pastor, que também atuava como coordenador de CCI em Campo Grande, solicitou o afastamento da diretoria do CONSEPACG após a denúncia de estupro. O crime teria ocorrido durante as férias escolares de 2019, quando a vítima estava na casa de um parente.
A Prefeitura de Campo Grande confirmou que o servidor será afastado de suas funções até a conclusão das investigações. O pastor apresentou seu pedido de afastamento de forma voluntária, e o CONSEPACG reforçou seu compromisso com a ética e a transparência.
A vítima relatou que o pastor entrou na casa enquanto ela estava sozinha, a ameaçou e a estuprou. Após o crime, ele teria dado um comprimido à jovem e a ameaçado caso ela contasse a alguém sobre o ocorrido, o que a levou a desenvolver problemas psicológicos.
A denúncia aponta que a ação foi premeditada, uma vez que o pastor sabia que a adolescente estaria sozinha na residência. Um vínculo de confiança entre o líder religioso e a família da vítima permitiu seu acesso ao local e à jovem.
