O secretário-geral da Otan descartou a invocação imediata da cláusula de defesa coletiva após a interceptação de um míssil contra a Turquia. Mark Rutte afirmou que não há motivo até o momento para o acionamento do Artigo 5, que estabelece uma resposta conjunta quando um dos membros é atacado.
Nesta quarta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou o lançamento de um míssil iraniano sobre território turco como 'inaceitável'. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, havia negado que o ataque fosse suficiente para acionar a cláusula de defesa coletiva da Otan.
As defesas da Otan interceptaram um míssil iraniano sobre o Mediterrâneo Oriental na quarta-feira, e os destroços da munição antiaérea caíram no extremo sul do país, sem causar vítimas, segundo confirmou o governo turco.
As Forças Armadas iranianas contrariaram as declarações das autoridades ocidentais, negando que tenham lançado um míssil contra a Turquia.
