O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima divulgou, Chuva intensa acumulou mais de 50 milímetros

Chuva intensa acumulou mais de 50 milímetros em 12 horas no MS, com alerta de risco de alagamentos mantido até terça-feira. [...]

Acumulados acima de 50 milímetros elevam risco de alagamentos em 71 municípios

Chuva intensa acumulou mais de 50 milímetros em 12 horas no MS, com alerta de risco de alagamentos mantido até terça-feira.

O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) divulgou, às 16h10 desta segunda‑feira (8), que a precipitação nas últimas 12 horas ultrapassou a marca de 50 milímetros em várias regiões de Mato Grosso do Sul. O maior volume foi registrado em Bela Vista, com 57,4 mm, seguido por Campo Grande (41,2 mm) e Corumbá (36 mm). Outras cidades, como Inocência, Amambai e Dourados, também apresentaram acumulados expressivos, acima de 20 milímetros.

Alerta do Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve, até terça‑feira (9), o alerta de chuvas intensas para 71 municípios do Estado. As previsões apontam precipitações entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros em um dia, além de ventos de 40 a 60 km/h. Esse cenário eleva o risco de alagamentos, deslizamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica, como já ocorreu em algumas áreas da capital.

Em Campo Grande, a chuva foi acompanhada de trovoadas e atingiu diversos bairros, entre eles Vila Nasser, Santa Luzia, Estrela do Sul e Vila Alba. As temperaturas na capital oscilaram entre 21°C e 30°C, com umidade relativa do ar variando de 60% a 100%.

O volume registrado neste mês de novembro já ficou 46% acima da média histórica, reforçando a tendência de instabilidade climática no início de dezembro.

Além das consequências imediatas, as autoridades alertam para o aumento da vulnerabilidade das áreas urbanas, que já enfrentam problemas de drenagem insuficiente. O Inmet recomenda que a população evite deslocamentos desnecessários em regiões de risco e mantenha atenção às comunicações oficiais sobre possíveis evacuações ou interrupções de serviços.

O cenário de instabilidade climática segue pressionando os gestores públicos, que precisam coordenar ações de monitoramento, prevenção e resposta rápida para minimizar os impactos nas comunidades afetadas.

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