O Ministério Público de Mato Grosso do Sul manifestou-se sobre o caso que envolve a prefeita de Caarapó e o vereador pela cidade. A chefe do Executivo alegou ter sido vítima de calúnia e difamação.
Em queixa-crime, a prefeita alegou que o vereador usou as redes sociais para atacá-la. O parlamentar fez publicações mencionando a prefeita, em outubro de 2025.
O MPMS entendeu pelo prosseguimento do caso com as tipificações de difamação e injúria, além de tentativa de composição civil entre as partes.
O vereador se defendeu dizendo que as manifestações foram críticas políticas e institucionais, feitas no exercício do mandato e amparadas pela Constituição. Ele afirmou que questionar contratos e empresas com histórico de irregularidades é dever do vereador.
