Em 2025, 17 missionários católicos foram mortos em todo o mundo, quatro deles no continente americano, entre México, Haiti e Estados Unidos. Esse é um dos números mais baixos dos últimos tempos, embora represente um aumento em comparação aos 13 assassinados em 2024.
O continente mais letal para esses missionários, padres, freiras, seminaristas ou leigos foi novamente a África, onde houve um total de dez assassinados. O país mais perigoso para os católicos tem sido a Nigéria, onde cinco seminaristas e padres foram sequestrados e mortos em contextos diferentes, porém violentos, seguido por Burkina Faso (2), Quênia (1), Serra Leoa (1) e Sudão (1).
Na América, duas freiras, Evanette Onezaire e Jeanne Voltaire, foram assassinadas em 31 de março no Haiti por gangues armadas e, no México, o corpo sem vida do padre Bertoldo Pantaleón Estrada foi encontrado em 6 de outubro entre as cidades de Zumpango e Mezcala, dois dias após seu desaparecimento. O quarto caso americano é o do pároco de Sêneca (Kansas, EUA), Arul Carasala, baleado em 3 de abril em sua residência.
O relatório da Fides contabilizou 626 assassinados no primeiro quarto deste século, entre os anos de 2000 e 2025.