Metanol: crise completa um mês com alerta para falsificação de bebidas

Um mês após os primeiros casos de intoxicação por metanol, autoridades investigam a falsificação de bebidas e reforçam alertas à população. [...]

Após um mês do início da crise, autoridades investigam a origem da contaminação e alertam para os riscos da falsificação de bebidas.

Um mês após os primeiros casos de intoxicação por metanol, autoridades investigam a falsificação de bebidas e reforçam alertas à população.

Após 30 dias desde os primeiros casos de suspeita de intoxicação por metanol em bebidas, várias medidas foram tomadas. A testagem se tornou mais rápida e hospitais foram organizados para lidar com a crise.

A origem provável da contaminação é a falsificação de bebidas com álcool combustível adulterado, contendo metanol. Dos casos iniciais, divulgados pela Senad, até a identificação dos postos que vendiam o combustível adulterado, foram vinte dias, resultando em 58 casos de contaminação e 15 mortes, principalmente em São Paulo.

Ainda não há confirmação se os casos em outros estados envolvem produtos falsificados na região metropolitana de São Paulo. O Ciatox já havia atribuído os casos à ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas.

Ações e Investigação

Ações integradas foram implementadas, incluindo a criação de um comitê federal e a aquisição de antídotos. O Instituto de Criminalística confirmou a adição intencional de metanol nas garrafas contaminadas.

Uma operação da Polícia Civil encontrou os postos de onde saiu o combustível adulterado.

Universidades desenvolveram soluções rápidas, como o “nariz eletrônico” da UFPE, que identifica a presença de metanol em bebidas. Até o último boletim, foram confirmados 58 casos e 15 mortes, com investigações em andamento.

A crise tem impulsionado ações legislativas, como uma CPI em São Paulo e um projeto de lei para tornar a adulteração de alimentos e bebidas crime hediondo.

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