Membros do PCC são condenados a 47 anos de prisão pela morte de idoso em Sonora

Renan Carlos Dias e Ezequiel dos Santos Souza, integrantes do PCC, foram condenados após invadirem uma residência e executarem Juvenal Candido da Silva, de 61 [...]
Casa onde ocorreu o crime — Foto: Casa onde ocorreu o crime (Foto: Idest)

Renan Carlos Dias e Ezequiel dos Santos Souza, associados ao PCC (Primeiro Comando da Capital), foram condenados pelo tribunal do júri por invadirem uma casa e matarem Juvenal Candido da Silva, de 61 anos. O crime, que ocorreu por engano, se deu na noite de 28 de fevereiro de 2024, em Sonora, cidade localizada a 362 quilômetros de Campo Grande.

O tribunal determinou que Renan cumprirá 25 anos de prisão em regime fechado, enquanto Ezequiel foi sentenciado a 22 anos, também em regime fechado. A execução de Juvenal foi brutal, tendo ele sido alvejado com um tiro na cabeça. A polícia informou que o verdadeiro alvo da ação criminosa seria o genro da vítima, conforme relato da filha de Juvenal.

O assassinato aconteceu por volta das 19h50, quando a vítima estava na varanda de sua residência acompanhada de seu genro. Armados, Renan e Ezequiel invadiram o imóvel e dispararam, atingindo Juvenal na cabeça, mas não ferindo o genro. Após o ataque, a dupla fugiu em uma motocicleta que estava estacionada nas proximidades.

Informações indicam que o genro de Juvenal havia retornado a Sonora poucas horas antes do crime, vindo de Coxim, onde havia ido para colocar uma tornozeleira eletrônica. A filha de Juvenal, em seu depoimento, revelou que o alvo dos atiradores poderia ser seu marido, e que dias antes do incidente, membros do PCC teriam tentado assassinar seu filho, aumentando a tensão na família.

O caso levanta questões sobre a violência associada a grupos criminosos na região e a segurança das comunidades afetadas por esses atos de barbárie.

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