Mais um furto de fios deixa igreja em Campo Grande com prejuízo de R$ 25 mil

A Igreja Evangélica Batista Ágape, localizada na Avenida Ministro João Arinos, sofreu seu sétimo furto em oito meses na noite de sexta-feira (24). O pastor [...]
Padrão violado e fios cortados após furto em igreja — Foto: Padrão violado e fio

A Igreja Evangélica Batista Ágape, na Avenida Ministro João Arinos, enfrentou mais um incidente de furto na noite de sexta-feira, 24. Este ato criminológico marca o sétimo registro em apenas oito meses, gerando um prejuízo calculado em R$ 25 mil à comunidade religiosa.

Por volta das 19h, o pastor Cláudio Severino da Silva, de 53 anos, chegou à igreja para um evento, mas encontrou o templo sem energia elétrica. Preocupado com a sequência de furtos que vinha afetando a instituição, decidiu investigar a situação do padrão de energia. Ao se aproximar do local, ouviu os barulhos característicos do corte de fios, o que o levou a chamar a atenção do ladrão.

O criminoso, surpreendido, fugiu levando todos os cabos e deixou para trás um martelo, um vergalhão de ferro e um alicate. A ação causou danos significativos, incluindo a destruição do relógio de luz e a remoção da grade do padrão de energia. Uma equipe da Energisa, responsável pela distribuição de energia na região, foi acionada, mas não pôde realizar os reparos necessários devido à ausência das partes subtraídas.

Cláudio Severino relatou à polícia que a igreja tem sido alvo de furtos sistemáticos desde setembro do ano passado. Em todos os episódios, o modus operandi do ladrão foi semelhante, levando o pastor e a comunidade a temer pela segurança do local. A perícia foi chamada para investigar o caso e procurar impressões digitais que possam levar à identificação do autor.

Este reiterado ataque à Igreja Evangélica Batista Ágape não apenas gera prejuízo financeiro considerável, como também afeta a estrutura e a rotina dos fiéis que utilizam o espaço para suas atividades religiosas. A ocorrência evidencia um problema crescente de segurança em áreas que deveriam ser protegidas, gerando preocupação entre os membros da igreja e a comunidade em geral.

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