A manhã de sábado (1º) foi especial para 43 casais que oficializaram suas uniões durante o Casamento Comunitário, realizado no Santuário Estadual de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Campo Grande. A cerimônia foi marcada por momentos emocionantes e pela presença de casais de diferentes idades, todos com o objetivo em comum de receber o sacramento do matrimônio e regularizar suas uniões pela Igreja Católica.
O evento, que já se tornou uma tradição, é promovido desde 2005 e, ao longo dos anos, oficializou a união de mais de mil casais. A celebração foi temporariamente suspensa durante a pandemia, mas neste ano voltou com força total, reunindo noivos que se prepararam por meio de encontros de formação, onde puderam refletir sobre a importância do matrimônio e do compromisso religioso.
Entre os noivos, Renato, de 32 anos, e Maria Adilânia, de 23, viajaram de Camapuã até Campo Grande para participar da cerimônia. Ambos são Devotos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e expressaram a importância do momento. Maria Adilânia destacou que, apesar de não serem naturais da cidade, a conexão com a padroeira torna a ocasião ainda mais significativa.
Rita, de 43 anos, que vive em união estável há 29 anos e é mãe de três filhos, também participou da cerimônia. Para ela, a celebração representa a realização de um sonho cultivado ao longo de décadas, e a oportunidade de oficializar seu amor a fez recordar de todos os detalhes que tornaram o dia especial.
Larissa de Barros, de 26 anos, trouxe um novo significado à celebração, pois já havia se casado no civil. Ela ressaltou a importância do casamento religioso para sua família, completando que escolheu o Casamento Comunitário por sua simplicidade e pelo conhecimento que seu marido adquiriu sobre o sacramento.
Laurícia Gomes de Lima, de 59 anos, também oficializou sua união após 17 anos de convivência. Para ela, o casamento é uma forma de se alinhar plenamente à sua fé católica, permitindo que possam comungar juntos e viver essa nova etapa de suas vidas.