Mayara Crystyna de Souza Molina busca atendimento neurológico para o filho Davi, diagnosticado com autismo, enfrentando a demora do SUS.
Mãe em Campo Grande aguarda há dois meses por neurologista para o filho autista, temendo atrasos no desenvolvimento. Ela busca alternativas para o tratamento.
Mayara Crystyna de Souza Molina, mãe do pequeno Davi de Souza Pini, de 2 anos e 8 meses, enfrenta angústia em Campo Grande devido à espera de dois meses por um neurologista via SUS (Sistema Único de Saúde). Davi foi diagnosticado recentemente com autismo e necessita de acompanhamento especializado para iniciar o tratamento.
Após identificar a ausência de fala e comportamentos agressivos no filho, Mayara buscou auxílio médico, culminando no diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). A médica solicitou o acompanhamento com um neuropsiquiatra, mas a demora tem gerado grande preocupação.
Enquanto o tratamento não se inicia, Davi enfrenta dificuldades. Segundo Mayara, ele demonstra agitação, crises de agressividade com os irmãos e dificuldade em se adaptar a novas rotinas. A mãe relata desafios na adaptação do filho à creche e com babás, mencionando o hiperfoco do menino em plantas e a aversão a multidões.
A Busca por Alternativas
Diante da demora no atendimento público, Mayara decidiu organizar uma rifa para custear consultas particulares. Os prêmios incluem kits de beleza e valores em dinheiro.
O objetivo é arrecadar fundos para as primeiras sessões, buscando garantir o desenvolvimento do filho.
“A partir da consulta com a neuro, ela pode encaminhar para a fono e ver se é necessário medicar. Eu só quero ver ele se desenvolver, começar a falar, ter uma vida melhor”, desabafa a mãe.
Mayara mantém a esperança de conseguir o atendimento público, mesmo buscando alternativas. Ela continua na fila do SUS, ciente dos custos elevados do tratamento a longo prazo.
Interessados em ajudar podem adquirir um número da rifa através do WhatsApp (67) 9310-5018.