Mãe denuncia negligência e queimaduras em parto no Hospital Regional de Campo Grande

Maria Fernanda denuncia negligência no parto da filha, que nasceu com queimaduras. Um ano depois, busca respostas e justiça pelo ocorrido. [...]

Um ano após o parto, Maria Fernanda busca respostas sobre as queimaduras sofridas pela filha e a demora no atendimento.

Maria Fernanda denuncia negligência no parto da filha, que nasceu com queimaduras. Um ano depois, busca respostas e justiça pelo ocorrido.

Maria Fernanda Pereira Alves, de 22 anos, busca respostas sobre o parto de sua filha, Aylla Vitória, ocorrido em 7 de outubro de 2024 no Hospital Regional de Campo Grande. A mãe relata uma série de falhas e omissões que começaram durante a gestação, com peregrinação por três maternidades.

Mesmo com oito meses de gravidez e sinais de sofrimento fetal, Maria Fernanda foi recusada no Hospital Universitário e na Maternidade Cândido Mariano. Ela relata fortes dores e a desaceleração do coração da bebê, mas foi mandada embora.

No Hospital Regional, Maria Fernanda ficou internada por dias, sentindo fortes dores. Inicialmente, foi informada que teria que esperar para um parto normal, mas após fraqueza e necessidade de oxigênio, realizaram uma cesárea de emergência.

O marido foi impedido de acompanhar o parto.

Após o nascimento, Maria Fernanda se desesperou ao ver queimaduras no rosto e braços da filha. O hospital não apresentou justificativas convincentes, alegando que a bebê teria se queimado sozinha. A mãe registrou o caso na delegacia, mas não obteve respostas da justiça. Além das queimaduras, Aylla enfrenta problemas de saúde e suspeita de autismo.

Situação Atual

Aylla, que nasceu prematura, enfrenta problemas de saúde, incluindo inchaço abdominal. A mãe relata sentimento de revolta e impotência, afirmando que buscou ajuda em vários hospitais sem sucesso.

A reportagem entrou em contato com o Hospital Regional e aguarda retorno sobre o caso.

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