O Líbano entrou no segundo mês do conflito entre o grupo armado Hezbollah, apoiado pelo Irã, e Israel, que prometeu ocupar áreas do sul do país como parte de uma “zona de segurança” para proteger seus próprios moradores do norte.
O Premiê libanês, Nawaf Salam, afirmou que não há perspectiva de fim para a guerra que já deslocou cerca de um milhão de pessoas no último mês.
O país lançou uma campanha aérea e terrestre em grande escala depois que o Hezbollah disparou contra Israel em 2 de março, em solidariedade ao Irã, após Estados Unidos e Israel iniciarem sua ofensiva contra Teerã.
Mais de 1.300 pessoas foram mortas em ataques israelenses, e cerca de um quinto da população libanesa foi deslocada.