Nove pessoas foram presas e três organizações foram acusadas de financiar o terrorismo do Hamas a partir da Itália com mais de 7 milhões de euros. A ordem foi emitida pelo juiz de instrução do Tribunal de Gênova, após análise de denúncias de transações financeiras suspeitas. Os suspeitos são acusados de serem membros e de terem financiado o Hamas e suas diversas atividades terroristas.
As acusações são de "conspiração para cometer terrorismo, incluindo terrorismo internacional, e subversão da ordem democrática". Acredita-se que eles tenham contribuído significativamente para as atividades criminosas da organização, totalizando aproximadamente 7 milhões de euros.
Os investigadores afirmam que o financiamento começou em 18 de outubro de 2001, mas foi após os ataques de 7 de outubro de 2003 que grandes somas de dinheiro foram alocadas. Parte dos fundos teria sido usada para apoiar as famílias de homens-bomba ou pessoas detidas por crimes relacionados ao terrorismo.
O Ministro do Interior, Matteo Piantedosi, declarou que "foram revelados comportamentos e atividades que, por trás da fachada de iniciativas em benefício da população palestina, ocultavam apoio e participação em organizações com genuínos objetivos terroristas"