O regime iraniano anunciou que não enviará sua seleção de futebol para a Copa do Mundo de 2026, programada para ocorrer entre junho e julho nos EUA, Canadá e México. A decisão foi tomada em protesto à morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e à relação com os Estados Unidos.
O ministro de Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, declarou que "não há condições que nos permitam participar da Copa do Mundo" após a morte do líder, referindo-se ao governo americano. A recusa da seleção iraniana ocorreu logo após o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmar que Donald Trump havia liberado a participação da equipe no evento.
Infantino mencionou que Trump reiterou que a seleção iraniana é bem-vinda para competir no torneio. A equipe iraniana teria uma agenda nos EUA com três partidas programadas para junho, em Los Angeles e Seattle.
Trump já havia anunciado em novembro que os jogadores e técnicos iranianos teriam vistos para entrar nos EUA, embora essa autorização não se estendesse aos torcedores, citando motivos de segurança nacional.
