O presidente do Irã, Masud Pezeshkian, afirmou que o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, é uma 'declaração aberta de guerra' contra os muçulmanos. Ele justificou as represálias adotadas pelo Irã, com ataques a vários países do Oriente Médio, sobretudo àqueles aliados dos Estados Unidos onde a potência ocidental possui bases militares.
A República Islâmica do Irã considera o acerto de contas e a vingança contra os autores materiais e intelectuais deste crime histórico como seu dever e seu direito legítimo. O presidente iraniano descreveu o ocorrido como 'a maior provação que o mundo islâmico enfrenta hoje'.
O Irã continuou na manhã deste domingo atacando Israel com diferentes ondas de mísseis, o que provoca o acionamento de sirenes antiaéreas em cidades como Tel Aviv e Jerusalém, além de explosões causadas pelas interceptações no céu.
A Agência EFE não conseguiu verificar de forma independente a extensão dos ataques israelenses e americanos na República Islâmica, onde a imprensa internacional não tem permissão para visitar nem registrar imagens dos locais afetados pelos bombardeios.