Os Estados Unidos empregaram um modelo de inteligência artificial para apoiar a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro, agora ex-ditador venezuelano, e de sua esposa em 3 de janeiro. A tecnologia desenvolvida pela anthropic, chamada claude, foi utilizada por meio da palantir technologies, parceira que facilita sua aplicação em sistemas restritos do governo, incluindo plataformas militares e de segurança.
O uso da ferramenta não se limitou à fase preparatória da ação, mas estendeu-se também ao dia da captura em Caracas. Embora seu papel exato não tenha sido confirmado, registros indicam que o claude foi aplicado em tarefas como análise de imagens de satélite e processamento de inteligência em operações anteriores das forças armadas.
Maduro e Cilia Flores foram levados à justiça nos Estados Unidos para responder a acusações federais de narcoterrorismo, conspiração e tráfico de drogas. O episódio deixou apenas sete militares americanos feridos, segundo relatos da imprensa local.
A anthropic evitou detalhar o emprego do modelo, mas reforçou que qualquer uso do claude deve seguir suas políticas de implantação e conformidade, além de vedar aplicações em violência, armas ou vigilância.